As Contas Da Direita Para Desalojar O PSOE Do Poder Em Andaluzia 1
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As Contas Da Direita Para Desalojar O PSOE Do Poder Em Andaluzia

O relógio de Andaluzia está marcando a hora que parecia que nunca ia aparecer. A hora de um Governo regional sem o PSOE. A única autonomia de Portugal em que a todo o momento tinha governado por um único partido, a localidade da Europa onde mais anos usava umas mesmas siglas no poder está a um passo de viver um relevo inédito.

Depois do fascinante resultado de ontem, as contas são claras: o PSOE não tem opções de se manter no poder. ” ontem à noite, na celebração de Cidadãos eram eloqüentes. Com esse efeito, Andaluzia está pela hora de um acordo para a direita do PSOE, o assunto que parecia inadmissível no celeiro socialista.

A música do acordo é ensordecedora, contudo resta conversar a letra do mesmo. O normal, em atividade dos resultados, seria a de que o candidato popular, Willy Moreno, eleito presidente da Junta de Andaluzia, com os votos de Cidadãos e Vox, que somariam 59 assentos, quatro acima da maioria absoluta. Há que conversar as condições do acordo. As três forças são imprescindíveis para a transformação, e todas pretenderán botar suas condições. O PP tem um primordial desgaste, sete deputados a menos do que a convocação de 2015, entretanto foi a força mais votada em bloco opcional.

Mantém uma vantagem significativa sobre os Cidadãos, 2,5 pontos e cinco deputados, pelo que Moreno aspirará legitimamente a apresentar-se como candidato. E há que aguardar para ver de perto como chega Vox ao Parlamento andaluz. É a hora do adeus ao socialismo no Conselho, mas também a hora de que as forças à direita do PSOE comprovem a tua experiência de negociação. A experiência anterior é nula, dado o suporte dos Cidadãos ao PSOE pela anterior legislatura e a inaplicabilidade da Vox no panorama político regional, até a noite de ontem. Até ontem à noite, Andaluzia tinha vivido 10 eleições que terminavam invariavelmente do mesmo jeito: com o PSOE voltado a conservar-se no poder, seja sozinho ou em companhia de outros. Mas, como acontece no momento em que a primavera chega, é o momento de ajustar a hora no relógio: ontem à noite começou a contagem regressiva pra uma nova era.

Agora, os líderes dos grupos respondem às pregunas dos jornalistas e valorizam o discurso de Pedro Sánchez. O candidato pra investidura se mostrou animado de seu discurso, à saída do hemiciclo: “Fiz o discurso que eu queria fazer”, considerou. A vice-presidente do Governo em funções, Soraya Sáenz de Santamaría, considera que esta semana “de imediato parecem minutos perdidos” já que o líder do PSOE comparece ao debate, sem descrever com os apoios para ser eleito presidente do Governo. O PP queixaram-se, uma vez mais, de que os grupos não tenham tido a oportunidade nessa primeira sessão de intervir e dar a réplica ao discurso de Sánchez.

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Fernando diz, por este significado, que passou de “uma maioria absoluta a um absolutismo de alguma maioria”. Vez agora na sala de imprensa pra Alexandra Fernández, porta-voz Na Maré, uma das confluences Podemos. Diz que Sánchez foi um “vendedor de fumo”, que “não quis entrar em letra pequena, de acordo com os Cidadãos”. Pede que “reconsidere” sua aliança com C’s. Valoriza neste instante o porta-voz parlamentar Podemos, Íñigo Errejón, que diz ter sido um “discurso à la carte”, para pedir o suporte “de uns e de outros” sem ir “pra cada direção”. Julgamento de Podemos, Sánchez deve resolver, pelo motivo de “marca o rumo de todas as partes”.

Podemos insiste em teu voto contra a posse de Pedro Sánchez e indica pra uma nova negociação, no momento em que passar a segunda votação. Toma-Se “com humor” que Sánchez dê as graças Albert Rivera, que criticava duramente durante a campanha eleitoral.